domingo, 1 de abril de 2012
quinta-feira, 29 de março de 2012
Amêndoas de Páscoa
Pois bem, a Sandra trouxe ovos e uma salada de nos fazer correr para a cozinha e eu trago as amêndoas para a Páscoa.
Estas amêndoas foram passando de mãos generosas em mãos generosas até chegarem a mim vindas das amendoeiras de Trás os Montes. Digamos que vou usufruindo (por tabela) de uma cooperativa informal e inter regional em que a condição de participação é a Amizade. O meu contributo passa pelo respeito e imensa gratidão por todos. Vamos lá ver, se precisarem de alguma ajuda, eu vou lá ! :)
Quem pode exemplificar melhor isto é a Sandra que é um membro mais antigo e ativo. :)) Se estivessemos num ambiente de biologia, diriamos que eu teria uma relação de comensalismo com a cooperativa. Raquel, desculpa se estou a cometer um erro. :)
Bom, parti a casca das amêndoas ( que me deu um gozo danado!), num tacho misturei um copo de amêndoas, um copo de açúcar, um copo de água e levei a ferver. Quanto começou a borbulhar, reduzi o bico para o mínimo até a água secar e o açúcar começar a arear, logo depois aumentei o bico para o máximo (muito pouco tempo) e desliguei. Coloquei-as em cima de papel vegetal para arrefecerem.
Não custa nada, no entanto tentei fazer o mesmo com avelãs e não me correu muito bem. O açúcar caramelizou porque não tive muita paciência para esperar com o bico no mínimo. Mas não desistam da ideia de tentar porque já o fiz noutros anos e deu certo.
Beijinhos,
Sílvia
terça-feira, 27 de março de 2012
domingo, 25 de março de 2012
sexta-feira, 23 de março de 2012
Aproveitar
De velho se faz novo.
Quando o Gold veio para casa (há quase 3 anos) fiz-lhe duas camas, uma de ganga (utilizei as calças velhas), a outra com um tecido do IKEA, ambas com a mesma medida e fecho para serem lavadas vezes sem conta. A de ganga ainda não foi remendada, lava-se com facilidade e não se agarra pêlo, a outra já depois de muitos remendos acabou, durou muito menos. Era necessário fazer uma nova, comecei a cortar quadrados de 14cm, a meio dei conta que também dava muito jeito uma manta para o carro, e depois de 100 quadrados e um pouco mais de trabalho, havia uma... por sinal bem bonita. Entretanto, já comecei a cama e tenho mais um monte de ideias....
Afinal guardar as calças de ganga desde os 15 anos vale mesmo a pena, ai se vale!!
Bom fim de semana
Sandra
terça-feira, 20 de março de 2012
Iogurte com sabor a marmelo
Este post podia ter sido escrito pela Sandra já que mostra a geleia de marmelo que ela fez no passado outono. Como tenho um frasquinho cá em casa, lembrei-me de vos dar esta sugestão: aromatizar um iogurte natural com geleia, daquela que sabe mesmo a fruta.
A geleia de marmelo não faz parte das minhas memórias de infância porque não era feita nem consumida lá em casa, por isso gosto desta sem suspeitas, não tem nada a ver com lembranças mas sim com o verdadeiro sabor da fruta neste melado de marmelo.
Já o mel era bastante usado e posso até dizer, sem medo de exagerar, que o meu pai ainda o usa em tudo e acha que cura tudo. Lembro-me de quando era muito pequena e ele estava constipado, fazer uma mistura de ponche e leite quente com mel, bebia, fazia: aaaaahhhhh!! e pronto já estava curado da constipação! A mim parecia-me que aquela garrafa embrulhada em papel prateado era mágica.:))
Este vídeo que vos sugiro hoje está completamente lambuzado de mel e poesia e fez-me lembrar (isto sim!) a minha infância com o ponche mas também com as saídas de casa para ir bater à porta das amigas vizinhas para perguntar:
-Queres brincar?
Foi em casa duma dessas amigas que eu vi a maior quantidade de mel, junta, na minha vida. Penso que o pai da G. teria colmeias porque em casa dela o mel não estava dentro de frascos como na minha mas sim numas vasilhas grandes :)) Lembro-me de ver os favos, de perceber de onde vinha o mel e ficar completamente maravilhada como fiquei ainda hoje ao ver este filme.
Sílvia
Sílvia
sexta-feira, 16 de março de 2012
Flores de pessegueiro
Por mais que goste de flores de pessegueiro sou incapaz de cortar um ramo da árvore, no entanto, este ano o pessegueiro cá do quintal teve mesmo que levar uma poda rigorosa, talvez este ano não haja pêssegos. Quando vi os paus a cairem no chão e apesar de estarem completamente despidos, apanhei-os, coloquei-os mun balde com água e guardei-os na cave, fresca e escura, lá ficaram (não tinha a certeza se iria resultar), uns dias depois trouxe alguns para casa, com o calor e a luz, as flores iam aparecendo. Há uma semana, os que restavam no balde, começaram a florir com imensa força e a casa ficou cheia de flores... a minha e a de mais alguém.
Sandra
Subscrever:
Mensagens (Atom)