terça-feira, 27 de março de 2012
domingo, 25 de março de 2012
sexta-feira, 23 de março de 2012
Aproveitar
De velho se faz novo.
Quando o Gold veio para casa (há quase 3 anos) fiz-lhe duas camas, uma de ganga (utilizei as calças velhas), a outra com um tecido do IKEA, ambas com a mesma medida e fecho para serem lavadas vezes sem conta. A de ganga ainda não foi remendada, lava-se com facilidade e não se agarra pêlo, a outra já depois de muitos remendos acabou, durou muito menos. Era necessário fazer uma nova, comecei a cortar quadrados de 14cm, a meio dei conta que também dava muito jeito uma manta para o carro, e depois de 100 quadrados e um pouco mais de trabalho, havia uma... por sinal bem bonita. Entretanto, já comecei a cama e tenho mais um monte de ideias....
Afinal guardar as calças de ganga desde os 15 anos vale mesmo a pena, ai se vale!!
Bom fim de semana
Sandra
terça-feira, 20 de março de 2012
Iogurte com sabor a marmelo
Este post podia ter sido escrito pela Sandra já que mostra a geleia de marmelo que ela fez no passado outono. Como tenho um frasquinho cá em casa, lembrei-me de vos dar esta sugestão: aromatizar um iogurte natural com geleia, daquela que sabe mesmo a fruta.
A geleia de marmelo não faz parte das minhas memórias de infância porque não era feita nem consumida lá em casa, por isso gosto desta sem suspeitas, não tem nada a ver com lembranças mas sim com o verdadeiro sabor da fruta neste melado de marmelo.
Já o mel era bastante usado e posso até dizer, sem medo de exagerar, que o meu pai ainda o usa em tudo e acha que cura tudo. Lembro-me de quando era muito pequena e ele estava constipado, fazer uma mistura de ponche e leite quente com mel, bebia, fazia: aaaaahhhhh!! e pronto já estava curado da constipação! A mim parecia-me que aquela garrafa embrulhada em papel prateado era mágica.:))
Este vídeo que vos sugiro hoje está completamente lambuzado de mel e poesia e fez-me lembrar (isto sim!) a minha infância com o ponche mas também com as saídas de casa para ir bater à porta das amigas vizinhas para perguntar:
-Queres brincar?
Foi em casa duma dessas amigas que eu vi a maior quantidade de mel, junta, na minha vida. Penso que o pai da G. teria colmeias porque em casa dela o mel não estava dentro de frascos como na minha mas sim numas vasilhas grandes :)) Lembro-me de ver os favos, de perceber de onde vinha o mel e ficar completamente maravilhada como fiquei ainda hoje ao ver este filme.
Sílvia
Sílvia
sexta-feira, 16 de março de 2012
Flores de pessegueiro
Por mais que goste de flores de pessegueiro sou incapaz de cortar um ramo da árvore, no entanto, este ano o pessegueiro cá do quintal teve mesmo que levar uma poda rigorosa, talvez este ano não haja pêssegos. Quando vi os paus a cairem no chão e apesar de estarem completamente despidos, apanhei-os, coloquei-os mun balde com água e guardei-os na cave, fresca e escura, lá ficaram (não tinha a certeza se iria resultar), uns dias depois trouxe alguns para casa, com o calor e a luz, as flores iam aparecendo. Há uma semana, os que restavam no balde, começaram a florir com imensa força e a casa ficou cheia de flores... a minha e a de mais alguém.
Sandra
Às vezes apetece-me e gosto!
Às vezes apetece-me fingir ser quem eu não sou e divirto-me com isso. Nesses momentos, UM dos rituais é dançar e cantar esta música até não conseguir respirar decentemente .
Mas hoje o motivo da festa é outro: ESTÁ A CHOVER!! VIVA!!! ESTÃO A CAIR PINGOS DE ÁGUA DO CÉU!!! QUE ALEGRIA !!
Divirtam-se, cantem e dancem muito ao som da música e da chuva.
Sílvia
quinta-feira, 15 de março de 2012
Colares de pinhões
Comecei a partir amêndoas para a Páscoa (depois mostro), aproveitei estar com as mãos na massa e fui buscar uns pinhões que tinha tirado das pinhas que apanhámos no final do verão. Guardei-os já na esperança de um dia me apetecer fazer estes saudosos colares de pinhões que a avó Maria tanto gosta de nos oferecer. Também se vendiam nas festas populares.
Há dois anos (ou no ano passado?-perguntam as pequenas) a avó Maria ofereceu um colar destes a cada uma das bisnetas. Eu cá não tive a paciência de uma avó ou bisavó e por isso não os torrei no forno, como deveria ser, mas mesmo assim foi uma boa surpresa que fiz às meninas depois de um dia de aulas.
Sílvia
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