terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Douro

De carro, barco, comboio,  bicicleta, à boleia, o que importa é "IR", o Douro é nosso e vale mesmo a pena. Num dia de Outono, com sol, vindimas e cheiro a vinho nos lagares torna-se num passeio inesquecível.
Sandra 










segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Amigos









Tinha retirado este post, sem querer, ao tentar atribuir-lhe etiquetas, hoje (26.04.21012...estou sempre a aprender) verifiquei que tinha ficado guardado. Volto a publica-lo, porque gosto dele. 
Sandra

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Em jeito de provocação...

...e, ainda, em relação ao post anterior, divirtam-se com este vídeo que vi aqui.
:))

Sou mesmo do contra!





Reconheço que às vezes sou do contra e que nem sempre é fácil entenderem-me :).
Dou, só hoje, a mão à palmatória. Afinal também tenho sombra :))
E depois deste reconhecimento vamos ao assunto: já de há uns anos para cá que noto algumas pessoas a dizerem com algum desdém que não ligam nada ao dia de S. Valentim (o que vulgarmente chamamos "Dia dos Namorados"), como se isso fosse um sinal de ...olhem nem sei!  Como se vivessem dentro de uma bolha de imunidade a tudo o que é foleiro, comercial, vulgar, consumo, mau-gosto, vulnerabilidade...e muitos até se defendem logo dizendo que o namoro não está guardado  para dias especiais e namoram ou tentam namorar todos os dias! Come on!! (hoje estou mesmo com mau feitio!)
Festejar, celebrar implica que se seja consumista, que se tenha mau gosto? É um sinal de falta de personalidade festejar um dia que se consagrou ao namoro? Que diferença me faz se alguém gosta de receber ou oferecer uma almofada vermelha com um urso fofo a dizer "Amo-te"? Sim, faz-me diferença se eu tiver que me cruzar com essa pessoa e ela estiver feliz por ter recebido ou oferecido a tão desejada almofada ou caneca com corações, pois o mais provável é que ela me envie um grande sorriso de felicidade e logo eu ficarei  mais feliz também.
Bom e porque sou do contra e quando toda a gente se nega ao Dia dos Namorados como se fosse um selo estragado, eu ando frenética à procura de corações e a pensar no que vou fazer amanhã para celebrar.
Apesar de concordar que é preciso coragem para usarmos a nossa liberdade, acredito que esta é um instrumento eficaz para a felicidade.
Desculpem qualquer coisinha...
Boa semana,
Sílvia